quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Tropeços, tombos e quedas

Eu acho incrível essa contradição humana, quando somos criança e não podemos, queremos fazer, quando crescemos e podemos, sentimos vergonha. Quando a gente é criança e cai, a única preocupação é com a dor, choramos e não sentimos vergonha de ter caído, muito menos do fato de estar expressando a nossa dor através de lágrimas. Depois que a gente cresce e tropeça na rua a primeira preocupação é constatar que ninguém assistiu ao episódio, passamos a nos preocupar tanto com os outros, com o que eles pensam e com o que fazem. Tornamo-nos incapazes de expressar nossos sentimentos, seja por vergonha ou por falta de hábito. Não estou dizendo que choros resolvem problemas, só quero dizer que as vezes eles aliviam a dor e que ninguém tem a obrigação de se mostrar forte o tempo todo, ninguém tem de ser uma muralha intransponível. Só precisamos reaprender a sentir, nem que pra isso sejam necessários alguns tombos pelo caminho.

2 notas de rodapé:

Lucas Leandro de Moura disse...

:D
tapadinha.. :P
escreveu este post, depois de ter trupicado nos cucurutos..
huauhauhuhahuahuauha
:D
te adorooO keridaa

Taíssi disse...

:P

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